Quem sabe um dia normal pode sorrir nos ultimos instantes?!
Um dia nem tão normal, as vezes inusitado, as vezes colorido, mas pelo pensamento manchado de cinza.
Um ano a mais, um belo tom de violeta nas asas da borboleta. essa é a cor favorita não?!
as borboletas dos anos que batem asas no futuro... e deixam os ruflares no passado.
um ruflar, um beijo, um sonho, um ano. tudo tão rápido como um piscar de olhos.
o bolo está na mesa, as velas acesas. faça um desejo e almeje o futuro.
feliz aniversário.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
estátua de sal
Existia em um mundo muito, mas muito antigo, um gigante de sal. Toda vez que chovia, ele corria, corria muito e se escondia em uma caverna na beira de um lago muito, mas muito grande, daqueles que nem se podia ver o outro lado.
Via um brilho prata no espelho d'agua tremulante. Era ela, a deusa que sempre sonhava. Sentia seu coração partir quando vinha o sol e não o deixava mais ver sua amada. Então ia a caverna e adormecia.
Tentava de todas as formas chegar a sua amada. Certa vez construiu um foguete, bem grande para que o levasse à sua amada, no opaco do céu se lançou. Quando a alguns palmos de a alcança-la estava deslizou e caiu. como uma pedra nas águas do lago.. se viu então junto ao seu amor. lá estava ela... refletida nas águas. Com a queda provocou forte ondulações na água. ao se agitar para celebrar seu encontro com sua amada, a lua. desfez-se todo, e juntou-se a água. o lago até hoje se agita, lambendo ferozmente as margens do mundo todo.
Dizem que foi assim neste mundo muito e muito antigo que surgiu o oceano.
Via um brilho prata no espelho d'agua tremulante. Era ela, a deusa que sempre sonhava. Sentia seu coração partir quando vinha o sol e não o deixava mais ver sua amada. Então ia a caverna e adormecia.
Tentava de todas as formas chegar a sua amada. Certa vez construiu um foguete, bem grande para que o levasse à sua amada, no opaco do céu se lançou. Quando a alguns palmos de a alcança-la estava deslizou e caiu. como uma pedra nas águas do lago.. se viu então junto ao seu amor. lá estava ela... refletida nas águas. Com a queda provocou forte ondulações na água. ao se agitar para celebrar seu encontro com sua amada, a lua. desfez-se todo, e juntou-se a água. o lago até hoje se agita, lambendo ferozmente as margens do mundo todo.
Dizem que foi assim neste mundo muito e muito antigo que surgiu o oceano.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Aos céus
E então num rio de fogo o céu se partiu!
abriu no meio ao folclore do apocalipto, e as serpentes do mal desceram!
A loucura total, sinal aberto, chuva de faca. Claro, limpido e sem pudor, logo apareceria o filho da besta!
Ante-cristo, com a mão da guerra, os pés da política, e a lingua do demônio!
Abre entre todos o languido rio de loucura.
E então numa orgia megânica toda a terra se adormeceu.
abriu no meio ao folclore do apocalipto, e as serpentes do mal desceram!
A loucura total, sinal aberto, chuva de faca. Claro, limpido e sem pudor, logo apareceria o filho da besta!
Ante-cristo, com a mão da guerra, os pés da política, e a lingua do demônio!
Abre entre todos o languido rio de loucura.
E então numa orgia megânica toda a terra se adormeceu.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Dizem que foi assim que aconteceu, ninguem sabe direito. Mas falam de um vulto, uma sombra tão grande que tampou o sol.
Alguns diziam que era Deus. Outros que era o Homem.
Mas não se negava, estava alí, e todos viam e reviam.
Estava alí como as ondas na praia, como as nuvens no céu,
E num lexo tudo se foi, uma breve soberba, um rispido ultrage.
O que era, já que era, nenhuma alma sabe, Uns juram que era Deus. Outros que aquilo era obra do homem.
E quando menos se esperava a resposta se revelou, O Homem-Deus, queria o mundo para sua coleção de criaturas individualistas, Mas o Deus-Homem Não deixou sua criação vulnerável. E numa inexorável transparência, eliminou qualquer traço do Homem que Brincava de ser Deus. Foi assim que aconteceu, Ninguem sabe direito.
Alguns diziam que era Deus. Outros que era o Homem.
Mas não se negava, estava alí, e todos viam e reviam.
Estava alí como as ondas na praia, como as nuvens no céu,
E num lexo tudo se foi, uma breve soberba, um rispido ultrage.
O que era, já que era, nenhuma alma sabe, Uns juram que era Deus. Outros que aquilo era obra do homem.
E quando menos se esperava a resposta se revelou, O Homem-Deus, queria o mundo para sua coleção de criaturas individualistas, Mas o Deus-Homem Não deixou sua criação vulnerável. E numa inexorável transparência, eliminou qualquer traço do Homem que Brincava de ser Deus. Foi assim que aconteceu, Ninguem sabe direito.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
eu quero pra mim!
Eu quero pra mim um pote de arcoiris. cheio de nada!
eu quero só o pote mesmo... é daqueles bem vagabundos... pra botá dentro toda a minha amolação. ah mais pra isso tem que ser um pote grande.. beeeeeem grande... pq quando chamam meu nome... ou é pra me dar notícia ruim ou é pra pedir favor... ADORO. igual aqueles burro de cara mesmo...que ainda tem que pregar as próprias ferraduras.. ehhh falando nisso to precisado de ferraduras novas... o tranco tá pesado.. VOCÊS conhecem o significado da palavras férias?! pois é .. eu não... quando saio da escola... chego em casa. é tiãozinho pra cá... faiz isso pra mim pra lá... ahh tambem to querendo um SACO... bem grande daqueles do papai noel pra coseguir aguentar... o meu tadinho... jah tah até furanu... mas tá bom.. se eu ganhar um pode do arcoiris cheio de nada e um saco do papai noel dah pra i levando a vida... no mais vou bem obrigado...e você?!
eu quero só o pote mesmo... é daqueles bem vagabundos... pra botá dentro toda a minha amolação. ah mais pra isso tem que ser um pote grande.. beeeeeem grande... pq quando chamam meu nome... ou é pra me dar notícia ruim ou é pra pedir favor... ADORO. igual aqueles burro de cara mesmo...que ainda tem que pregar as próprias ferraduras.. ehhh falando nisso to precisado de ferraduras novas... o tranco tá pesado.. VOCÊS conhecem o significado da palavras férias?! pois é .. eu não... quando saio da escola... chego em casa. é tiãozinho pra cá... faiz isso pra mim pra lá... ahh tambem to querendo um SACO... bem grande daqueles do papai noel pra coseguir aguentar... o meu tadinho... jah tah até furanu... mas tá bom.. se eu ganhar um pode do arcoiris cheio de nada e um saco do papai noel dah pra i levando a vida... no mais vou bem obrigado...e você?!
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Alguem diria que foi verdade
Os olhos brilharam quando a lua apareceu. Ela gostava da noite. As estrelas fingiam escrever seu nome no céu. As ruas já vazias anunciavam o frio da madrugada.
Vestiu seu sobretudo preto e foi ao mar. Não havia medo naquele rosto, havia um brilho, um Que especial de mistério. Com os pés na areia fina da praia olhou para cima, viu mais uma vez a lua. Redonda, amarela. Os cabelos esnuveados pela brisa.
Um barco deu de se aproximar da costa. A viu, linda, imponente e mistica. Ninguem tinha visto aquela mulher alí, nem sabiam porque ela estava alí. So sabiam que lá estava ela. de sobretudo preto nas areias da praia.
Quem um dia viu algo semelhante sabe como terminou, em afogamento. Não, não ela, ela posicionou-se alí estática, sem mover um piscar de olhos sequer. a manhã foi chegando, o brilho do sol foi aparecendo, as pessoas começaram a observar a mulher de preto nas areias. Assim como apareceu na madrugada, virou as costas ao mar e foi-se embora, entrou languida pelo saguão do prédio e fez com que a porta do apartamento fechasse em tremendo estrondo atraz de sí.
" se um dia o mar pedir-me em casamento, a noite seria nossa morada e a lua nossa cúmplice"
As lagrimas rolaram pela face alva. As paredes daquele apartamento pareciam se estreitar a cada passo seu alí dentro.
Com o mesmo sobretudo, abriu novamente a porta, atravessou a avenida e lançou-se aos braços brancos e espumados, alí estava feliz. Sim, deixou que a maré a levasse, e até hoje ouvem-se relatos de uma mulher de preto em muitas e muitas praias do mundo.
Vestiu seu sobretudo preto e foi ao mar. Não havia medo naquele rosto, havia um brilho, um Que especial de mistério. Com os pés na areia fina da praia olhou para cima, viu mais uma vez a lua. Redonda, amarela. Os cabelos esnuveados pela brisa.
Um barco deu de se aproximar da costa. A viu, linda, imponente e mistica. Ninguem tinha visto aquela mulher alí, nem sabiam porque ela estava alí. So sabiam que lá estava ela. de sobretudo preto nas areias da praia.
Quem um dia viu algo semelhante sabe como terminou, em afogamento. Não, não ela, ela posicionou-se alí estática, sem mover um piscar de olhos sequer. a manhã foi chegando, o brilho do sol foi aparecendo, as pessoas começaram a observar a mulher de preto nas areias. Assim como apareceu na madrugada, virou as costas ao mar e foi-se embora, entrou languida pelo saguão do prédio e fez com que a porta do apartamento fechasse em tremendo estrondo atraz de sí.
" se um dia o mar pedir-me em casamento, a noite seria nossa morada e a lua nossa cúmplice"
As lagrimas rolaram pela face alva. As paredes daquele apartamento pareciam se estreitar a cada passo seu alí dentro.
Com o mesmo sobretudo, abriu novamente a porta, atravessou a avenida e lançou-se aos braços brancos e espumados, alí estava feliz. Sim, deixou que a maré a levasse, e até hoje ouvem-se relatos de uma mulher de preto em muitas e muitas praias do mundo.
terça-feira, 10 de junho de 2008
Roupa maneira
Acordei e ví que estava nú, peladinho peladinho. Roubaram minhas roupas ou eu durmí dimais.
Meu quarto, ao menos isso estava ali para dizer que estava em casa. Que casa?! sei lá so sei que era casa.
O sol na janela dava sinais de que iria fritar a careca do vendedor de lamb-lamb na esquina.
Sai pelas ruas até me esqueci que estava nú, peladinho peladinho. A vizinha não notou, me olhou e disse: Não penteou os cabelos hoje guri! Guri?! Mas nem moro no sul!?
O jornaleiro também não pois me disse que eu não havai amarrado os sapatos. Mas nem uso sapatos?!
Fui andando e ouço uma voz vindo de baixo. Um grilo dizia. Ei psiu, garoto. Você está nú. Foi ai que me lembrei, e disse a ele, que não me lembrava onde estavam minhas roupas.
Continuei, passei por uma, duas três esquinas, e então o grilo me pergunta. Porque estás nú? onde estão as suas roupas?! Não sabia responder, nem me importava com o fato de estar nú.
Passei pela padaria, entrei peguei um pão e sai. Fui à Banca comprei o jornal e saí.
Cansando então de andar voltei para casa. No caminho o grilo salta em meu ombro e me diz. Roupa maneira.
Parei; olhei; pensei e disse: Voce não disseste que estava eu estava nu?!
A resposta veio rápida e certeira: Eu disse Roupa maneira meu garoto, Não alma maneira.
Meu quarto, ao menos isso estava ali para dizer que estava em casa. Que casa?! sei lá so sei que era casa.
O sol na janela dava sinais de que iria fritar a careca do vendedor de lamb-lamb na esquina.
Sai pelas ruas até me esqueci que estava nú, peladinho peladinho. A vizinha não notou, me olhou e disse: Não penteou os cabelos hoje guri! Guri?! Mas nem moro no sul!?
O jornaleiro também não pois me disse que eu não havai amarrado os sapatos. Mas nem uso sapatos?!
Fui andando e ouço uma voz vindo de baixo. Um grilo dizia. Ei psiu, garoto. Você está nú. Foi ai que me lembrei, e disse a ele, que não me lembrava onde estavam minhas roupas.
Continuei, passei por uma, duas três esquinas, e então o grilo me pergunta. Porque estás nú? onde estão as suas roupas?! Não sabia responder, nem me importava com o fato de estar nú.
Passei pela padaria, entrei peguei um pão e sai. Fui à Banca comprei o jornal e saí.
Cansando então de andar voltei para casa. No caminho o grilo salta em meu ombro e me diz. Roupa maneira.
Parei; olhei; pensei e disse: Voce não disseste que estava eu estava nu?!
A resposta veio rápida e certeira: Eu disse Roupa maneira meu garoto, Não alma maneira.
Assinar:
Postagens (Atom)