Hoje, chegando em casa, tentei contar quantas estrelas enchergava no céu.
Não consegui, não sei se por causa da embriagues ou pela falta de capacidade.
Hoje, tentei saltar até a lua, pegar um asteroite com uma rede e fazer dele um belo abajur.
Quando abri os olhos as coisas se tornaram mais claras. Límpidas e brilhantes. O farol relusente dos carros parecia um ladrão à janela. Os óculos escuros em plena madrugada não me caiam muito bem. Um visual esteritipado: Olhos vermelhos, blusa de frio, uma cueca samba canção e um espirro insesante.
A noite parecia não passar, o relojo dizia que o tempo parou. 23:23. o que acontecera?! As luzes cada vez mais fracas. 666 seria o número que me assombraria essa noite?!
Sombra. Escuridão. Passos em falso pelo quarto se anunciam.
Tenho medo de espelhos de banheiro. Abro a torneira e a água cai. Lavo o rosto e os olhos ardem. como se julgassem a água como clorofórmio, ou éter. Um pouco do último não me faria mal.
Se eu soubesse que esta noite me traria saborosos temores abriria ainda mais os olhos escarlate, observaria. O medo: Um mero companheiro ás madrugadas vespertinas. Milindrosa a Lua, se escondeu não sei onde. Um segundo apenas, e os olhos pedem o olocausto. O silêncio. A penumbra. Um beijo de lânguido lábio sem face. Boa Noite. Bom silêncio. Os olhos enfim se fecham lentamente. Augusto dos Anjos me estende a mão. Sonho, loucura. Assindetismo e roquidão. Fim do cadáver e libertação da alma. Negro, escuro e vazio.
sexta-feira, 9 de maio de 2008
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Morrendo cedo!
Morrer, pode não ser passar a comer grama pela raiz. Muitos morrem antes mesmo de saber que morreram. Destroem a vida, deleitam dos prazeres efêmeros da preguiça e acabam por ser incultos e sasonais, vão e vem a medida que lhes convém. Te ligam quando precisam daquele resumo, porque livro?! Isso é para idiotas.
Morrem pelo simples fato de não conseguir discursar sobre o mesmo assunto por mais de dez minutos. Faltam-lhe as idéias ou até mesmo as palavras. Um texto de períodos longos ou palavras mais elaboradas tornam-se um sério problema. Morrem novamente.
A fome de aprender deveria ser o que nos mantém vivo. Não digo para leres Jorge Amado ou Floriano Peixoto. Mas quem considera Tititi, Cláudia e Marricler como leitura. Só posso lamentar, e verter lágrimas pelos que morrem cedo!
Morrem pelo simples fato de não conseguir discursar sobre o mesmo assunto por mais de dez minutos. Faltam-lhe as idéias ou até mesmo as palavras. Um texto de períodos longos ou palavras mais elaboradas tornam-se um sério problema. Morrem novamente.
A fome de aprender deveria ser o que nos mantém vivo. Não digo para leres Jorge Amado ou Floriano Peixoto. Mas quem considera Tititi, Cláudia e Marricler como leitura. Só posso lamentar, e verter lágrimas pelos que morrem cedo!
Papel, Caneta, Idéias...
A confusão foi formada desde que me entendo por gente. Imagens, sons, penumbra, as vezes até mesmo o silêncio, amor, ódio, ipocrisia, talvez melancolia.
Corpo são, talvez com um pouco de peso a mais, Mente insana. Pensando em não pensar, resolvi escrever. Busquei em mim mesmo a loucura e a rasão do momento em que concebi a idéia fundamental de minha vida. Ser LOUCO.
Dizem por ai que de médico e louco todo mundo tem um pouco. De médico?! talvez as luvas brancas de latex que uso para pintar. De Louco?! Tudo que me falta da vocação medicinal.
Quando na escola até tentei aprender Biologia, Histologia, Português me saia um belíssimo MÁRMORE CARRARA. Magnífico, porém intocado. Admiro o português impecável do acadêmicos da A.B.L. Mas não me serve a idéia ser um deles.Quem sabe ainda aprendo como se faz uma cirurgia de ponte de safena usando apenas faca de pão?! Até que não é uma má idéia!
Ainda hei de sair por ai, com uma mochila nas costas, uma garrafa de wisk 12 anos na mão papel e caneta. Projeto pra uma semana, coisa alucinada, escrever dia e noite, tomar uns pileques e dormir. Acordar com o sol na cara, cabelos embaraçados. e ao meu lado: PAPEL E CANETA. Escritos talvez, palavras que para leigos podem fazer o menor sentido. Mas para quem como eu tem um péssimo veio médico; Fazem de nós velhos amigos!
Corpo são, talvez com um pouco de peso a mais, Mente insana. Pensando em não pensar, resolvi escrever. Busquei em mim mesmo a loucura e a rasão do momento em que concebi a idéia fundamental de minha vida. Ser LOUCO.
Dizem por ai que de médico e louco todo mundo tem um pouco. De médico?! talvez as luvas brancas de latex que uso para pintar. De Louco?! Tudo que me falta da vocação medicinal.
Quando na escola até tentei aprender Biologia, Histologia, Português me saia um belíssimo MÁRMORE CARRARA. Magnífico, porém intocado. Admiro o português impecável do acadêmicos da A.B.L. Mas não me serve a idéia ser um deles.Quem sabe ainda aprendo como se faz uma cirurgia de ponte de safena usando apenas faca de pão?! Até que não é uma má idéia!
Ainda hei de sair por ai, com uma mochila nas costas, uma garrafa de wisk 12 anos na mão papel e caneta. Projeto pra uma semana, coisa alucinada, escrever dia e noite, tomar uns pileques e dormir. Acordar com o sol na cara, cabelos embaraçados. e ao meu lado: PAPEL E CANETA. Escritos talvez, palavras que para leigos podem fazer o menor sentido. Mas para quem como eu tem um péssimo veio médico; Fazem de nós velhos amigos!
Uma esperança na janela
Ontem entrou uma esperança pela janela. Verde. Olhos grandes e observadores. Era uma esperança.
Passei a observala mais atentamente e comecei a imaginar como seria a vida da esperança. Ninguem se importa com a esperança até estar uma situação onde é confrontado a ela!
Sem vê-la nem se lembra que ela existe.
Aquela coisinha verde, porque não é amarela ou talvez azul?!
Verde, verde, verde!
Até que então a esperança começa a saltar por todos os cantos do quarto, tento então pegá-la.
Na iminencia de esmagá-la com as mãos ela simplismente alça voo e sai pela mesma janela por onde entrou. Fico desconsolado em ver a esperança indo embora.
Eis que então ela volta, e fica parada na palma da minha mão aberta. Vou fechando lentamente os dedos , e ela permanece alí, imóvel, absoluta. Até que toco a ponta dos dedos em suas asas que estão recostadas sobre o dorso.
Ela faz que gosta, fica mais um pouco depois abre as asas e vai-se embora novamente!
Vai-se embora a esperança!
Passei a observala mais atentamente e comecei a imaginar como seria a vida da esperança. Ninguem se importa com a esperança até estar uma situação onde é confrontado a ela!
Sem vê-la nem se lembra que ela existe.
Aquela coisinha verde, porque não é amarela ou talvez azul?!
Verde, verde, verde!
Até que então a esperança começa a saltar por todos os cantos do quarto, tento então pegá-la.
Na iminencia de esmagá-la com as mãos ela simplismente alça voo e sai pela mesma janela por onde entrou. Fico desconsolado em ver a esperança indo embora.
Eis que então ela volta, e fica parada na palma da minha mão aberta. Vou fechando lentamente os dedos , e ela permanece alí, imóvel, absoluta. Até que toco a ponta dos dedos em suas asas que estão recostadas sobre o dorso.
Ela faz que gosta, fica mais um pouco depois abre as asas e vai-se embora novamente!
Vai-se embora a esperança!
sábado, 26 de abril de 2008
Sábado
Sabe aqueles dias que tem tudo pra ser muito legal?! Mas você já acorda com o pé esquerdo afiado?! hoje foi um dia Desses!
Um dia daqueles que você pede pra não sair da cama e jura pra sí mesmo que o azul do céu ainda é preto, que as estrelas ainda brilham, e que a luz que entra pela fresta da janela é proveniente dos postes. Mas então você vê que não é. que o sol está la fora com aquela cara de pastel.
Descobre por acaso que é sabado, ainda tenta se animar, procurar alguem pra conversar, corre para o computador e o msn salta na tela. Quem sabe alí alguem pra distrair seu sábado. Mas não todos tem algo mais interessante para fazer e sobra em casa;
Você e seu sabado!
Liga o som no talo pra preencher algum vasio que nem sequer existe. Agora é Só você e você está Só.
nem as núvens te dão atenção todas passam ligeiras e fúteis, como um trem passa para os batentes do trilho.
O relojo de parede indica 16:16 e o bater intermitente parece cada vez mais lento. Um alguem diferente para conversar era tudo que aquele sabado pedia.
"Meus amigos onde estão cadê as rodas de violão na cantina da escola brincando de passar a bola matando aula de religião."
Na época de colégio uma hora dessas estava com algum amigo em algum lugar, estava em uma festa ow apenas observando a cidade lá do alto, com um amigo.
A gente fica louco pra sair do colégio e quando sai quer voltar. Cada um vai prum canto, as pessoas que você conheceu vão desaparecendo e no fim vai sobrar você e seu sábado!
Um dia daqueles que você pede pra não sair da cama e jura pra sí mesmo que o azul do céu ainda é preto, que as estrelas ainda brilham, e que a luz que entra pela fresta da janela é proveniente dos postes. Mas então você vê que não é. que o sol está la fora com aquela cara de pastel.
Descobre por acaso que é sabado, ainda tenta se animar, procurar alguem pra conversar, corre para o computador e o msn salta na tela. Quem sabe alí alguem pra distrair seu sábado. Mas não todos tem algo mais interessante para fazer e sobra em casa;
Você e seu sabado!
Liga o som no talo pra preencher algum vasio que nem sequer existe. Agora é Só você e você está Só.
nem as núvens te dão atenção todas passam ligeiras e fúteis, como um trem passa para os batentes do trilho.
O relojo de parede indica 16:16 e o bater intermitente parece cada vez mais lento. Um alguem diferente para conversar era tudo que aquele sabado pedia.
"Meus amigos onde estão cadê as rodas de violão na cantina da escola brincando de passar a bola matando aula de religião."
Na época de colégio uma hora dessas estava com algum amigo em algum lugar, estava em uma festa ow apenas observando a cidade lá do alto, com um amigo.
A gente fica louco pra sair do colégio e quando sai quer voltar. Cada um vai prum canto, as pessoas que você conheceu vão desaparecendo e no fim vai sobrar você e seu sábado!
sexta-feira, 11 de abril de 2008
"vamo simbora"
prum bar beber cair levantar!
Tem coisa melhor que naquela quarta feira de sol, sair no meio daquela aula de calculo 1 e ir prum barzinho com os amigos?! O verdadeiro prazer da vida, a amizade. Ah a amizade, aqueles amigos que você pode ligar cinco minutos antes de uma festa que em dois e meio ele já tá na porta esperando vc passar, aquele que sai escondido à noite só pra ir beber com você. E quando a mãe pergunta ele jura de pé juntos que estava na casa da amiga estudando.
Aquele amigo que junta a turma num domingo à tarde pra ir pro sítio(beber cair levantar, é claro).
Mas não só isso, é legal achar aquele amigo que te surpreende batendo em sua porta, falando que precisa de ajuda com uma garota, ou te liga às nove hora da noite do dia do aniversário da namorada dizendo que não comprou presente, e adivinha?! Ele fatalmente vai perguntar o que fazer.
Confesso que já acreditei que muitas amizades fossem dessas, e acabei descobrindo que para ser amigo não é necessário pouco. e sim muita, mas muita maturidade para saber discernir e avaliar quem você quer que vá com você prum bar, e quem quer apenas mais uma compania.
Contudo. digo mais uma vez. Vamo simbora prum bar... Beber cair levantar!
Tem coisa melhor que naquela quarta feira de sol, sair no meio daquela aula de calculo 1 e ir prum barzinho com os amigos?! O verdadeiro prazer da vida, a amizade. Ah a amizade, aqueles amigos que você pode ligar cinco minutos antes de uma festa que em dois e meio ele já tá na porta esperando vc passar, aquele que sai escondido à noite só pra ir beber com você. E quando a mãe pergunta ele jura de pé juntos que estava na casa da amiga estudando.
Aquele amigo que junta a turma num domingo à tarde pra ir pro sítio(beber cair levantar, é claro).
Mas não só isso, é legal achar aquele amigo que te surpreende batendo em sua porta, falando que precisa de ajuda com uma garota, ou te liga às nove hora da noite do dia do aniversário da namorada dizendo que não comprou presente, e adivinha?! Ele fatalmente vai perguntar o que fazer.
Confesso que já acreditei que muitas amizades fossem dessas, e acabei descobrindo que para ser amigo não é necessário pouco. e sim muita, mas muita maturidade para saber discernir e avaliar quem você quer que vá com você prum bar, e quem quer apenas mais uma compania.
Contudo. digo mais uma vez. Vamo simbora prum bar... Beber cair levantar!
quarta-feira, 9 de abril de 2008
como devia estar
Algum dia tudo vai parecer se assentar, a poeira dos escandalos vão abaixar o topete dos presidentes vão desmanchar, e a pose de artista dos galãs vão envelhecer, o tapete vermelho vai desbotar...
Algum dia todos olharemos ao redor e veremos que os cemáforos se apagaram, que as luzes remanecentes trepidam fracas e provisórias. Os carros não terão mais gasolina pra rodar e a internet será uma mera lembrança de um tempo remoto.
A TV não terá mais o mesmo brilho, os desertos engolirão cidades. prédios e árvores compatilharão os mesmos espaços.
Parem as Prensas! O venerado pais conhecido como EUA. Já não mais existe. o motivo? quem sabe um dos seus pequenos brinquedinhos nucleares explodiu? levando o pais pelos ares?! Quem sabe um belo e inexorável virus letal?! quem sabe? quem saberá?
Todos vamos ser quem realmente somos sem fingimentos sem ilusões, no dia em que a vida se acabar. Negros, pobres, brancos e ricos, todos seremos um só quando o mundo se acabar.
Quem sabe?! Quem saberá?!
Algum dia todos olharemos ao redor e veremos que os cemáforos se apagaram, que as luzes remanecentes trepidam fracas e provisórias. Os carros não terão mais gasolina pra rodar e a internet será uma mera lembrança de um tempo remoto.
A TV não terá mais o mesmo brilho, os desertos engolirão cidades. prédios e árvores compatilharão os mesmos espaços.
Parem as Prensas! O venerado pais conhecido como EUA. Já não mais existe. o motivo? quem sabe um dos seus pequenos brinquedinhos nucleares explodiu? levando o pais pelos ares?! Quem sabe um belo e inexorável virus letal?! quem sabe? quem saberá?
Todos vamos ser quem realmente somos sem fingimentos sem ilusões, no dia em que a vida se acabar. Negros, pobres, brancos e ricos, todos seremos um só quando o mundo se acabar.
Quem sabe?! Quem saberá?!
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